Hoje, 6 de fevereiro, no jornal Correio da Manhã foi publicada a notícia com o título,
Docentes efetivos ficam longe de casa
Leiam e analisem a posição de Vitor Godinho da Fenprof, em que mais uma vez a divisão dos docentes efetivos no Concurso Interno é esquecida.
Parcialidade e omissão, ao considerar apenas as ultrapassagens na Mobilidade Interna, omitindo as ultrapassagens no Concurso Interno.
Será que esta federação de sindicatos não tem associados, até agora vinculados em QZP, e que serão impedidos de concorrer em pé de igualdade com todos os docentes efetivos no Concurso Interno, logo também ultrapassados por outros com inferior Graduação na lista ordenada?
Finalmente, o subtítulo da notícia (Novas regras impedem milhares de ficarem perto de residência), não corresponde à verdade.
As regras não são novas, no que se refere aos destacamentos de aproximação à residência na Mobilidade Interna. Desde o Decreto-Lei 35/2003, apenas em 2006 é que as colocações dos docentes providos em QZP foram em simultâneo com os destacamentos dos QA/QE, ou seja na mesma prioridade.
Regra Nova na Mobilidade Interna é mais uma vez a discriminação dos docentes efetivos (QA/QE e QZP) em duas prioridades, logo mais ultrapassagens!
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