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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A Fenprof em comunicado afirma "Fenprof não ficará de braços cruzados" acerca do diploma de concursos de docentes aprovado pelo governo


Reproduzimos o extrato do comunicado da Fenprof que pode ser lido na íntegra (ligação mais abaixo).

"Acresce que o diploma legal, aprovado em Conselho de Ministros no passado dia 2 de fevereiro, contém outros aspetos que são contestados pela FENPROF, de entre os quais se destacam: a norma encontrada para transpor a diretiva comunitária, que é de aplicação obrigatória, destinada a impedir o abuso no recurso à contratação a termo, e a integração dos docentes dos quadros em prioridades distintas nos concursos interno e de mobilidade interna".

Comentário do MED: 
Sublinhamos a negrito e com letra em tamanho maior a referência à divisão dos docentes dos Quadros de Efetivos em duas prioridades. Respeitando a posição da Fenprof, não podemos deixar de assinalar a continuação da pouca visibilidade dada à ilegalidade inscrita no diploma do Governo que revê o Decreto-Lei 132/2012, acerca da divisão dos docentes dos quadros de efetivos, logo com igual contrato de trabalho,  em duas prioridades. 


Recordamos que já numa anterior mensagem, denunciamos a posição do seu dirigente Vitor Godinho, numa notícia do Correio da Manhã, em que a propósito dos destacamentos de aproximação à residência, afirmou que era uma injustiça, contudo omitiu totalmente a injustiça e ilegalidade da divisão dos docentes efetivos (QA/QE e QZP) em duas prioridades.

Leiam o comunicado da Fenprof na íntegra abrindo a ligação inserta no título :

FENPROF não ficará de braços cruzados

- Continuaremos a acompanhar as posições da Fenprof e de outras organizações sindicais sobre a nossa situação (docentes discriminados ilegalmente no diploma de concursos). 
Os associados dos sindicatos também deveriam fazê-lo! 
Ou vão esperar até saírem as listas do concurso?


O MED veio para ficar, pelo menos até que sejam eliminadas as ilegalidades, e desculpem o termo "batotices" inscritas neste diploma de concursos, de longe o pior dos últimos 10 anos.

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