Leiam a posição da FNE sobre o diploma aprovado pelo Governo.
Injustiças + Injustiças + Injustiças = Concursos de Professores (impostos pelo M.E!)
Alguns excertos relativos à nossa situação.
Afirma a FNE ...
" A JUSTIÇA É PARA APLICAR
A FNE não concorda com a distinção entre Docentes
dos Quadros de Agrupamento/Escolas não Agrupadas e Docentes dos Quadros
de Zona Pedagógica, e portanto discorda das prioridades que o ME lhes
atribui na nova legislação".
E continua ...
"A GRADUAÇÃO PROFISSIONAL TEM DE SER O ÚNICO CRITÉRIO PARA COLOCAÇÃO
A FNE não aceita que não se respeitem princípios de
igualdade no acesso ao emprego público, o que é pervertido pela
determinação de inúteis critérios de prioridades entre candidatos.
O único critério de seriação dos candidatos tem de ser a graduação profissional".
Comentário do nosso Movimento:
Colegas da FNE e também das outras organizações sindicais.
Como chegámos a esta situação? Como se chegou a tão mau diploma de concursos, com ilegalidades e desculpem o termo "batotices"! O pior dos últimos 10 anos! Como deixamos que nos dividam, sobretudo em princípios tão basilares e consensuais como a colocação dos docentes respeitando a "Graduação Profissional"?
1- Lembram-se da famigerada e inútil divisão dos docentes efetivos em "Titulares e não Titulares", da avaliação dos docentes burocrática e injusta, medidas que foram impostas pelo Ministério da Educação do Governo PS (1º Ministro, José Socrates e Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues)?
2- Não esquecendo, ainda a PACC caracterizada de "anedótica, pacóvica e discriminatória" no tempo do anterior Governo PSD (Ministro da Educação, Nuno Crato)?
Como chegámos à situação de milhares de docentes com contratos durante anos e anos!
São apenas alguns exemplos de medidas impostas pelo ME.
As medidas referidas nos pontos 1 e 2 caíram, demonstrando que quando lutamos todos juntos "somos mais fortes"!