- Interno;
- Externo;
- Extraordinário.
Consultar as listas de ordenação, colocação, não colocação, retirados e excluídos no site da DGAE.
Este Movimento continua a contestar as "trapalhadas" e ilegalidades deste concurso, ao dividir os docentes efetivos (QA/QE e QZP), logo com o mesmo vínculo laboral, em duas prioridades:
- docentes vinculados em QA/QE na 1ª prioridade;
- docentes vinculados em QZP na 2ª prioridade.
Esta ilegal discriminação dos docentes efetivos, originou como se pode observar nas listas de colocação, milhares de ultrapassagens de docentes com menor graduação profissional relativamente a docentes com melhor graduação profissional.
Logo, este Concurso Interno terminou com a colocação dos docentes efetivos de acordo com a respetiva GRADUAÇÃO PROFISSIONAL. Repetimos, trata-se de um concurso de colocação de docentes com ilegalidades e que violam princípios basilares de um estado de direito inscritos na Constituição da República Portuguesa.
O Ministério da Educação fez o que entendeu, produzindo um decreto regulamentar dos concursos com ilegalidades.
As Organizações Sindicais, os Partidos Políticos representados na Assembleia da República e a Presidência da República ignoraram ou não valorizaram essas ilegalidades.
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